quinta-feira, 28 de julho de 2011

Passeios a Paty do Alferes

Caramba. Atrasei um bocado esse post sobre Paty. Tanto que já fui até lá duas vezes. É um passeio legal, sem dúvida. As estradas que vão da Dutra até Paty, e de Paty a Petrópolis, são muito bonitas.

Mas uma coisa que estraga o passeio são as lombadas, os famigerados quebra-molas. Sério. Faria esse passeio muito mais vezes mas, depois de tanto brecar e acelerar, e passar em lombadas, acho que desisti. Não contei, mas deve ser de mais de um quebra-molas por quilômetro no trecho próximo a Paty. É uma pena que tantas pessoas, ao dirigirem sem cuidado e em velocidade, levem a reações deste tipo, que estorvam o que seria, de outra forma, um passeio muito mais agradável.

Fomos lá, primeiro, em novembro de 2010. O André, a Val (minha patroa) e eu. Esta primeira viagem foi num dia lindo, e partimos lá pelas 9:00 hs. Fomos pela Dutra até a estrada para Miguel Pereira, daí entramos. É uma estrada muito legal...  é só sair da Dutra que você percebe que chegou ao interior, e pode relaxar... e tudo isso tão pertinho do Rio de Janeiro.

As cidades por que passamos são tranquilas, bucólicas. E existem inúmeras hospedagens no caminho, com diversas opções de lazer mas com a principal vantagem de permitir o acesso ao sossego e à paz desta região.

Nosso trajeto, abaixo:


Fomos passeando tranquilamente, parando pra tomar água de coco, e conversar. Tiramos poucas fotos, o que foi uma pena. A paisagem é muito bonita. Paramos pra almoçar em Paty, no restaurante Comilância, um quilo com comida caseira. E depois seguimos viagem até Petrópolis, por uma estrada muito bonita, e cheia de curvas. Lembrava, ainda que remotamente, as curvas da Serra do Rio do Rastro.

Um registro deste passeio:


Mais recentemente, em 30 de Abril de 2011, voltei lá, desta vez com os camaradas Lima e Edmundo. O Lima com uma Midnigth Star igualzinha à minha, e o Edmundo uma maravilhosa Harley Davidson 1.600 cc. As fotos abaixo mostram o grande estilo dos novos camaradas:



Partimos às 9 da manhã da Casa do Alemão na Via Dutra, e seguimos pelo mesmo trajeto. Primeiro passamos por Miguel Pereira, que a gente atinge após passar por uma serra, e depois chegamos a Paty. Mas desta vez não paramos lá. Seguimos até Petrópolis, onde resolvemos parar para almoçar. E escolhemos o restaurante Casa D'Angelo, funcionando desde 1914, onde fizemos um brinde e degustamos uma deliciosa feijoada.




Na volta, ainda paramos na estrada para uns últimos registros...




Resumindo: passeios legais, mas marcados pelas porcarias dos quebra-molas. Em cada um deles andamos cerca de 250 km ao todo.