Caramba. Atrasei um bocado esse post sobre Paty. Tanto que já fui até lá duas vezes. É um passeio legal, sem dúvida. As estradas que vão da Dutra até Paty, e de Paty a Petrópolis, são muito bonitas.
Mas uma coisa que estraga o passeio são as lombadas, os famigerados quebra-molas. Sério. Faria esse passeio muito mais vezes mas, depois de tanto brecar e acelerar, e passar em lombadas, acho que desisti. Não contei, mas deve ser de mais de um quebra-molas por quilômetro no trecho próximo a Paty. É uma pena que tantas pessoas, ao dirigirem sem cuidado e em velocidade, levem a reações deste tipo, que estorvam o que seria, de outra forma, um passeio muito mais agradável.
Fomos lá, primeiro, em novembro de 2010. O André, a Val (minha patroa) e eu. Esta primeira viagem foi num dia lindo, e partimos lá pelas 9:00 hs. Fomos pela Dutra até a estrada para Miguel Pereira, daí entramos. É uma estrada muito legal... é só sair da Dutra que você percebe que chegou ao interior, e pode relaxar... e tudo isso tão pertinho do Rio de Janeiro.
As cidades por que passamos são tranquilas, bucólicas. E existem inúmeras hospedagens no caminho, com diversas opções de lazer mas com a principal vantagem de permitir o acesso ao sossego e à paz desta região.
Nosso trajeto, abaixo:
Fomos passeando tranquilamente, parando pra tomar água de coco, e conversar. Tiramos poucas fotos, o que foi uma pena. A paisagem é muito bonita. Paramos pra almoçar em Paty, no restaurante Comilância, um quilo com comida caseira. E depois seguimos viagem até Petrópolis, por uma estrada muito bonita, e cheia de curvas. Lembrava, ainda que remotamente, as curvas da Serra do Rio do Rastro.
Um registro deste passeio:
Mais recentemente, em 30 de Abril de 2011, voltei lá, desta vez com os camaradas Lima e Edmundo. O Lima com uma Midnigth Star igualzinha à minha, e o Edmundo uma maravilhosa Harley Davidson 1.600 cc. As fotos abaixo mostram o grande estilo dos novos camaradas:
Partimos às 9 da manhã da Casa do Alemão na Via Dutra, e seguimos pelo mesmo trajeto. Primeiro passamos por Miguel Pereira, que a gente atinge após passar por uma serra, e depois chegamos a Paty. Mas desta vez não paramos lá. Seguimos até Petrópolis, onde resolvemos parar para almoçar. E escolhemos o restaurante Casa D'Angelo, funcionando desde 1914, onde fizemos um brinde e degustamos uma deliciosa feijoada.
Na volta, ainda paramos na estrada para uns últimos registros...
Resumindo: passeios legais, mas marcados pelas porcarias dos quebra-molas. Em cada um deles andamos cerca de 250 km ao todo.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Passeio a Monte Verde - MG
Já fazia um certo tempo que não postava nada aqui no blog, e isso vinha de certo modo me incomodando. Em particular porque não tínhamos parado de andar de moto, mas alguns passeios eram tão básicos, rotineiros, que nem me dava vontade de relatar nada por aqui.
No período entre a viagem a BH e esta, fomos (ou fui, sozinho) a Paty do Alferes (uma viagem legal, que pretendo documentar melhor e contar aqui), Campinas, São José dos Campos, e acho que só.
Por outro lado, eu não queria tratar de assuntos que não tivessem a ver com as viagens de Marlboro.
Mas aí surgiu a ideia de irmos a Monte Verde. O camarada André passou um período lá, gostou, e nos deu a dica. Combinamos de ir no fim de semana compreendido nos dias 8 e 10 de Abril. O Gustavão, apesar de ainda de carro, novamente teve permissão pra vir junto. Mas da próxima vez deverá estar com uma moto novinha.
E juntou-se ao grupo o Testi, que também veio com uma XRE 300. Partimos, ou melhor, eles partiram logo depois do almoço; eu saí um pouco mais tarde, às 15:00 hs. Nos encontramos no final da tarde já em São Paulo, num dos postos da rede Graal.
O roteiro original (previsto) encontra-se na imagem abaixo:
Algo em torno de 460 km... Um bom trecho pra fazer em meio dia, mas, como se isso não bastasse, houve uma mudança de planos, e resolvemos ir por Pindamonhangaba. Acho que o caminho passou a ser esse da figura abaixo, quase todo por estradas secundárias, e com longos trechos sem asfalto.
Nos perdemos e mudamos de direção tantas vezes que nem sabemos ao certo o caminho que fizemos... e apelamos até para os GPS... que nos deixaram na mão. Essas tralhas só funcionam nos grandes centros, ou em estradas que todo mundo conhece!!! Nos viramos com os GPS mais antigos do mundo, que eram as pessoas que encontrávamos. E seguindo as placas. Simples assim. E mais eficiente.
Na primeira estrada de terra, que, com a chuva da noite, estava toda enlameada, quase caí umas três vezes... como se sabe, as motos custom não são as mais indicadas pra esse tipo de piso! Em alguns momentos a moto parecia querer sair de baixo de mim... Os colegas, de XRE, pilotavam numa boa.
No caminho, tive a grata surpresa de verificar que Santo Antônio do Pinhal, uma cidade próxima de Campos do Jordão, cresceu muito e tem diversas pousadas. Bom lugar para um passeio futuro.
Paramos em São Bento do Sapucaí para comer uma pizza e decidir como continuar a viagem. E optamos por retomar o asfalto, até Camanducaia. De lá pra Monte Verde teria ainda um pequeno trecho de terra, mas só na chegada. E aí ficou fácil. Paraisópolis, Consolação, Cambuí e finalmente Camanducaia e a seguir Monte Verde após mais 30 km.
Chegamos às três da manhã e fomos pra cama.
No dia seguinte, sábado, uma forte chuva pela manhã. Mas como ali não tinha Asa Branca (até o Gustavão tá melhorando...) vestimos as capas de chuva e alugamos duas motos Tornado 250 (Gustavo e eu). Os demais foram com as suas XRE 300. Uma delícia pilotar essas motocas na lama. As fotos abaixo mostram como foi! Nem o pequeno revés sofrido pelo Gustavão - não chegou propriamente a cair, apenas deitou a moto de lado após ela ter morrido - abalou o ânimo da rapaziada.
À noite, fomos a um restaurante tomar vinho e falar mal dos outros. Também comemorávamos os sucessos do dia, particularmente, o desempenho off-road do Gustavo. Matamos três garrafas e resolvemos voltar à pousada por um outro caminho. Nisso o carro atolou. Mas não era tão ruim, o Gustavo conseguiu desatolar o carro dando marcha a ré. Se tivesse desistido de passar pela lama e retornado, tudo teria ficado bem. Mas aí ele quis ir além: "Sai todo mundo do carro que com ele leve eu passo pelo atoleiro e volto pra pegar vocês!". Eu sabia, tinha certeza que não ia dar certo, mas argumentei e não adiantou. Resultado: ele atolou o carro de novo, aí em definitivo...
Voltamos a pé, uma boa caminhada, mas a noite estava fria porém agradável, com um céu estrelado. No dia seguinte ele contratou um camarada que puxou o carro dele, e aí ficou tudo bem.
No domingo, partimos de Monte Verde ao meio-dia mais ou menos, um retorno tranquilo, pelo caminho original, pra evitar problemas. Poucos incidentes, uma chuvinha na Dutra, e chegamos ao RJ por volta das 22 horas.
Uma dica: o centro de Monte Verde tem muitas lojinhas que vendem queijos e doces da região, além das tradicionais cachaças mineiras. Os vendedores são muito atenciosos e permitem que se provem os produtos - assim experimentamos diversos, e deliciosos, tipos de queijos e doces. Destaques, na minha opinião, uma excelente mussarela com alho (parecia até um queijo provolone), o queijo de nozinho, e a cocada com chocolate. A pinga com sabor banana também é ótima. Lógico que trouxe algumas dessas iguarias para meu auto-consumo!
No total foram percorridos em torno de 1.010 km.
No período entre a viagem a BH e esta, fomos (ou fui, sozinho) a Paty do Alferes (uma viagem legal, que pretendo documentar melhor e contar aqui), Campinas, São José dos Campos, e acho que só.
Por outro lado, eu não queria tratar de assuntos que não tivessem a ver com as viagens de Marlboro.
Mas aí surgiu a ideia de irmos a Monte Verde. O camarada André passou um período lá, gostou, e nos deu a dica. Combinamos de ir no fim de semana compreendido nos dias 8 e 10 de Abril. O Gustavão, apesar de ainda de carro, novamente teve permissão pra vir junto. Mas da próxima vez deverá estar com uma moto novinha.
E juntou-se ao grupo o Testi, que também veio com uma XRE 300. Partimos, ou melhor, eles partiram logo depois do almoço; eu saí um pouco mais tarde, às 15:00 hs. Nos encontramos no final da tarde já em São Paulo, num dos postos da rede Graal.
O roteiro original (previsto) encontra-se na imagem abaixo:
Algo em torno de 460 km... Um bom trecho pra fazer em meio dia, mas, como se isso não bastasse, houve uma mudança de planos, e resolvemos ir por Pindamonhangaba. Acho que o caminho passou a ser esse da figura abaixo, quase todo por estradas secundárias, e com longos trechos sem asfalto.
Nos perdemos e mudamos de direção tantas vezes que nem sabemos ao certo o caminho que fizemos... e apelamos até para os GPS... que nos deixaram na mão. Essas tralhas só funcionam nos grandes centros, ou em estradas que todo mundo conhece!!! Nos viramos com os GPS mais antigos do mundo, que eram as pessoas que encontrávamos. E seguindo as placas. Simples assim. E mais eficiente.
Na primeira estrada de terra, que, com a chuva da noite, estava toda enlameada, quase caí umas três vezes... como se sabe, as motos custom não são as mais indicadas pra esse tipo de piso! Em alguns momentos a moto parecia querer sair de baixo de mim... Os colegas, de XRE, pilotavam numa boa.
No caminho, tive a grata surpresa de verificar que Santo Antônio do Pinhal, uma cidade próxima de Campos do Jordão, cresceu muito e tem diversas pousadas. Bom lugar para um passeio futuro.
Paramos em São Bento do Sapucaí para comer uma pizza e decidir como continuar a viagem. E optamos por retomar o asfalto, até Camanducaia. De lá pra Monte Verde teria ainda um pequeno trecho de terra, mas só na chegada. E aí ficou fácil. Paraisópolis, Consolação, Cambuí e finalmente Camanducaia e a seguir Monte Verde após mais 30 km.
Chegamos às três da manhã e fomos pra cama.
No dia seguinte, sábado, uma forte chuva pela manhã. Mas como ali não tinha Asa Branca (até o Gustavão tá melhorando...) vestimos as capas de chuva e alugamos duas motos Tornado 250 (Gustavo e eu). Os demais foram com as suas XRE 300. Uma delícia pilotar essas motocas na lama. As fotos abaixo mostram como foi! Nem o pequeno revés sofrido pelo Gustavão - não chegou propriamente a cair, apenas deitou a moto de lado após ela ter morrido - abalou o ânimo da rapaziada.
À noite, fomos a um restaurante tomar vinho e falar mal dos outros. Também comemorávamos os sucessos do dia, particularmente, o desempenho off-road do Gustavo. Matamos três garrafas e resolvemos voltar à pousada por um outro caminho. Nisso o carro atolou. Mas não era tão ruim, o Gustavo conseguiu desatolar o carro dando marcha a ré. Se tivesse desistido de passar pela lama e retornado, tudo teria ficado bem. Mas aí ele quis ir além: "Sai todo mundo do carro que com ele leve eu passo pelo atoleiro e volto pra pegar vocês!". Eu sabia, tinha certeza que não ia dar certo, mas argumentei e não adiantou. Resultado: ele atolou o carro de novo, aí em definitivo...
Voltamos a pé, uma boa caminhada, mas a noite estava fria porém agradável, com um céu estrelado. No dia seguinte ele contratou um camarada que puxou o carro dele, e aí ficou tudo bem.
No domingo, partimos de Monte Verde ao meio-dia mais ou menos, um retorno tranquilo, pelo caminho original, pra evitar problemas. Poucos incidentes, uma chuvinha na Dutra, e chegamos ao RJ por volta das 22 horas.
Uma dica: o centro de Monte Verde tem muitas lojinhas que vendem queijos e doces da região, além das tradicionais cachaças mineiras. Os vendedores são muito atenciosos e permitem que se provem os produtos - assim experimentamos diversos, e deliciosos, tipos de queijos e doces. Destaques, na minha opinião, uma excelente mussarela com alho (parecia até um queijo provolone), o queijo de nozinho, e a cocada com chocolate. A pinga com sabor banana também é ótima. Lógico que trouxe algumas dessas iguarias para meu auto-consumo!
No total foram percorridos em torno de 1.010 km.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
OUR TRIP TO BH
No fim de semana compreendido entre os dias 3-4-5 de dezembro de 2010, realizamos uma breve excursão à agradável capital mineira, Belo Horizonte.
Desta vez, além do André (de moto) e do Gustavo (de carro, mas viajando de forma independente), fomos acompanhados pelo Kácio e Taísa, um casal de amigos, que viajavam juntos numa Yamaha Fazer 250.
Partimos do marco zero - novamente a casa do Kácio - mais ou menos às 15:00 hs da sexta-feira, dia 3. O tempo já estava com muitas nuvens, o que sinalizava chuva certa. Fomos pela BR-040 passando por Petrópolis, onde começou a chover. A chuva diminuiu um bocado a seguir, mas nos pegou em cheio ao chegarmos em Juiz de Fora. Tivemos até de parar e aguardar a coisa melhorar.
Mas rapidamente voltamos à estrada. A chuva nos seguiu quase todo o tempo, mas não tão forte. E depois de alguns pequenos contratempos - a placa da minha moto caiu, ficou presa entre a roda e a polia e, ao final, milagrosamente, caiu no chão para ser novamente afixada - chegamos a Belô por volta da meia-noite. A quilometragem nem de longe refletia as dificuldades enfrentadas, rodamos em torno de 460 km do marco zero ao Hotel Íbis, onde nos hospedamos.
Em BH, fomos a duas choperias, ainda na sexta no Café do Carmo, e no sábado a uma filial do conhecido bar de Ribeirão Preto, o Pinguim. Lá, pude matar a saudade da antológica coxinha de frango ao creme (vinte e quatro anos não foram suficientes para que eu a esquecesse!). Assim como do cremoso chope - por muitos considerado o melhor do Brasil - desse relevante estabelecimento. O atendimento também é muito bom e você só paga 10% se concordar com isso.
No sábado pela manhã fomos ao Mercado Central, onde procuramos material básico para gambiarras (incrível, estávamos viajando sem...) e compramos algumas porcas e parafusos, durepox e arames. Isso era necessário para consertar a placa da minha moto e também a "antena" da moto do Kácio. Depois comemos um popular feijão tropeiro (mais um ovo frito) por R$ 4,00. Até que estava gostoso, mas o calor no mercado era enorme!
Daí seguimos para o Parque Municipal de Belo Horizonte, com entrada franca, onde passeamos e tiramos algumas fotos.
No domingo, antes de partir, almoçamos numa ótima churrascaria, Rancho do Boi. E caímos na estrada a partir das 15:00 hs, novamente.
Foi chuva e mais chuva. Praticamente o tempo todo. O legal foi que, apesar das óbvias dificuldades que a chuva coloca (menores velocidade e visibilidade, além de frio etc.) e da qualidade da estrada, nem sempre a adequada, ninguém reclamou, e olhe que ficamos pilotando até cerca das 23:00 hs, quando chegamos a um Rio congestionado, em virtude da chuva que causou diversos pontos de alagamento!
Mas isso faz parte da realidade das estradas, e o mais importante é que chegamos novamente bem, e com ânimo pra programar novas esticadas!
No total foram percorridos mais de 900 km.
Desta vez, além do André (de moto) e do Gustavo (de carro, mas viajando de forma independente), fomos acompanhados pelo Kácio e Taísa, um casal de amigos, que viajavam juntos numa Yamaha Fazer 250.
Partimos do marco zero - novamente a casa do Kácio - mais ou menos às 15:00 hs da sexta-feira, dia 3. O tempo já estava com muitas nuvens, o que sinalizava chuva certa. Fomos pela BR-040 passando por Petrópolis, onde começou a chover. A chuva diminuiu um bocado a seguir, mas nos pegou em cheio ao chegarmos em Juiz de Fora. Tivemos até de parar e aguardar a coisa melhorar.
Mas rapidamente voltamos à estrada. A chuva nos seguiu quase todo o tempo, mas não tão forte. E depois de alguns pequenos contratempos - a placa da minha moto caiu, ficou presa entre a roda e a polia e, ao final, milagrosamente, caiu no chão para ser novamente afixada - chegamos a Belô por volta da meia-noite. A quilometragem nem de longe refletia as dificuldades enfrentadas, rodamos em torno de 460 km do marco zero ao Hotel Íbis, onde nos hospedamos.
Em BH, fomos a duas choperias, ainda na sexta no Café do Carmo, e no sábado a uma filial do conhecido bar de Ribeirão Preto, o Pinguim. Lá, pude matar a saudade da antológica coxinha de frango ao creme (vinte e quatro anos não foram suficientes para que eu a esquecesse!). Assim como do cremoso chope - por muitos considerado o melhor do Brasil - desse relevante estabelecimento. O atendimento também é muito bom e você só paga 10% se concordar com isso.
No sábado pela manhã fomos ao Mercado Central, onde procuramos material básico para gambiarras (incrível, estávamos viajando sem...) e compramos algumas porcas e parafusos, durepox e arames. Isso era necessário para consertar a placa da minha moto e também a "antena" da moto do Kácio. Depois comemos um popular feijão tropeiro (mais um ovo frito) por R$ 4,00. Até que estava gostoso, mas o calor no mercado era enorme!
Daí seguimos para o Parque Municipal de Belo Horizonte, com entrada franca, onde passeamos e tiramos algumas fotos.
No domingo, antes de partir, almoçamos numa ótima churrascaria, Rancho do Boi. E caímos na estrada a partir das 15:00 hs, novamente.
Foi chuva e mais chuva. Praticamente o tempo todo. O legal foi que, apesar das óbvias dificuldades que a chuva coloca (menores velocidade e visibilidade, além de frio etc.) e da qualidade da estrada, nem sempre a adequada, ninguém reclamou, e olhe que ficamos pilotando até cerca das 23:00 hs, quando chegamos a um Rio congestionado, em virtude da chuva que causou diversos pontos de alagamento!
Mas isso faz parte da realidade das estradas, e o mais importante é que chegamos novamente bem, e com ânimo pra programar novas esticadas!
No total foram percorridos mais de 900 km.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
REFLEXÕES
Nossa viagem à Região Sul durou 10 dias, de 16 a 26 de outubro. Nesse período rodamos, conforme já mencionado, 3.578 km, ou seja, uma média bem modesta de aproximadamente 360 km por dia. Passamos por 4 estados da federação, além do Rio de Janeiro, de onde partimos. Mas nos concentramos no Rio Grande do Sul.
O principal ponto a destacar, a meu ver, foi o cumprimento de um projeto de viajar de moto. Ao longo destes dias, estivemos em lugares mais ou menos interessantes, fazendo coisas idem. Mas a proposta foi sempre a de seguir de moto, e curtir as estradas. De tal modo que nos dias que ficamos em uma cidade, ou que pegamos pouco asfalto, acabamos sentindo falta desta rotina.
As motos se comportaram muito bem. Não tivemos nenhum problema mecânico ou mesmo pneu furado. Assim como nenhum acidente. Ajudou o fato de termos pilotado sempre com cuidado, sem exagerar na velocidade. Como já dito, o foco era curtir o momento e, para isso ser possível, tínhamos de evitar os problemas. Isso, aliás, nem deveria ser novidade, no motociclismo ou na vida. Só que nem sempre é assim... diria até que, pelo contrário, tem gente que procura problemas.
Ou ainda há quem só os enxergue... mas deixa pra lá, não quero ser negativo nessas considerações.
De acordo com meus cálculos, minha moto deve ter consumido algo em torno de 165 litros. A do André, uns 140. Pagamos diversos pedágios, mas os do Sul eram bem baratinhos (na Dutra os preços são mais salgados).
Enfim. Chegamos bem, felizes com o resultado, e prontos pra outras... Na verdade, a próxima viagem de maiores dimensões terá de aguardar as nossas férias.
Continuarei a postar no blog alguns passeios mais curtos que estamos fazendo. Até!
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