No fim de semana compreendido entre os dias 3-4-5 de dezembro de 2010, realizamos uma breve excursão à agradável capital mineira, Belo Horizonte.
Desta vez, além do André (de moto) e do Gustavo (de carro, mas viajando de forma independente), fomos acompanhados pelo Kácio e Taísa, um casal de amigos, que viajavam juntos numa Yamaha Fazer 250.
Partimos do marco zero - novamente a casa do Kácio - mais ou menos às 15:00 hs da sexta-feira, dia 3. O tempo já estava com muitas nuvens, o que sinalizava chuva certa. Fomos pela BR-040 passando por Petrópolis, onde começou a chover. A chuva diminuiu um bocado a seguir, mas nos pegou em cheio ao chegarmos em Juiz de Fora. Tivemos até de parar e aguardar a coisa melhorar.
Mas rapidamente voltamos à estrada. A chuva nos seguiu quase todo o tempo, mas não tão forte. E depois de alguns pequenos contratempos - a placa da minha moto caiu, ficou presa entre a roda e a polia e, ao final, milagrosamente, caiu no chão para ser novamente afixada - chegamos a Belô por volta da meia-noite. A quilometragem nem de longe refletia as dificuldades enfrentadas, rodamos em torno de 460 km do marco zero ao Hotel Íbis, onde nos hospedamos.
Em BH, fomos a duas choperias, ainda na sexta no Café do Carmo, e no sábado a uma filial do conhecido bar de Ribeirão Preto, o Pinguim. Lá, pude matar a saudade da antológica coxinha de frango ao creme (vinte e quatro anos não foram suficientes para que eu a esquecesse!). Assim como do cremoso chope - por muitos considerado o melhor do Brasil - desse relevante estabelecimento. O atendimento também é muito bom e você só paga 10% se concordar com isso.
No sábado pela manhã fomos ao Mercado Central, onde procuramos material básico para gambiarras (incrível, estávamos viajando sem...) e compramos algumas porcas e parafusos, durepox e arames. Isso era necessário para consertar a placa da minha moto e também a "antena" da moto do Kácio. Depois comemos um popular feijão tropeiro (mais um ovo frito) por R$ 4,00. Até que estava gostoso, mas o calor no mercado era enorme!
Daí seguimos para o Parque Municipal de Belo Horizonte, com entrada franca, onde passeamos e tiramos algumas fotos.
No domingo, antes de partir, almoçamos numa ótima churrascaria, Rancho do Boi. E caímos na estrada a partir das 15:00 hs, novamente.
Foi chuva e mais chuva. Praticamente o tempo todo. O legal foi que, apesar das óbvias dificuldades que a chuva coloca (menores velocidade e visibilidade, além de frio etc.) e da qualidade da estrada, nem sempre a adequada, ninguém reclamou, e olhe que ficamos pilotando até cerca das 23:00 hs, quando chegamos a um Rio congestionado, em virtude da chuva que causou diversos pontos de alagamento!
Mas isso faz parte da realidade das estradas, e o mais importante é que chegamos novamente bem, e com ânimo pra programar novas esticadas!
No total foram percorridos mais de 900 km.

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